TRÊS SEMANAS SEM ÁGUA Colinas, banhada ricamente pelo Rio Itapecuru está, há mais de três semanas, sem um pingo de água nas torneiras. E aqueles que foram eleitos para tomar à frente de problemas como esse – que atinge hospitais e demais serviços públicos essenciais para a população – parecem nem aí. Não se ver qualquer explicação a respeito do problema de ninguém. Nem vereadores, nem a gestora do município e nem a própria Caema vêm a público dizer qualquer coisa, um consolozinho qualquer para o povo. A CULPA NÃO É MINHA Cobrada por alguns para tentar solucionar o problema da falta de água, D. Valmira joga a culpa toda no governo do Estado. Diz que a prefeitura não tem qualquer tipo de gerência sobre a Caema e que ela, enquanto prefeita, nada pode fazer. GESTORA DE QUE MESMO? Aliás, por falar em D. Valmira, essa coitada não está gerindo coisa alguma, talvez nem a própria vida. A cidade sofre não somente com a falta de água, mas com a falta de praticamente todos os serviços. Não se ver uma única obra em andamento, nada. As ruas, praças e avenidas da cidade estão tomadas pelo lixo e pelos buracos que aos poucos vão se tornando crateras. A Rua Urbano Santos, por exemplo, bem ali nas imediações da Pousada Náutica, é a coisa mais nojenta desse mundo. Qualquer prefeito no lugar dessa que aí está teria vergonha de dizer que administrava uma merda dessa. O EXEMPLO DOS VIZINHOS Enquanto Colinas se afunda na ingerência desses maus gestores, cidades vizinhas como São Domingos e Dom Pedro vivem dias de glória. Ruas limpas e asfaltadas, sistema seletivo de coleta de lixo, diversas obras em andamento e outras benfeitorias incluem seus prefeitos dentre os melhores do Maranhão. E D. Valmira, que quase toda semana passa por essas cidades, devia se mirar no exemplo dos colegas e fazer alguma coisa pela cidade que administra. Mas qualquê! RATOS E URUBUS Enquanto tudo parece está do jeito que o capeta gosta, sem ninguém exigindo nada ou cobrando coisa alguma de ninguém, os ratos e urubus fazem a festa. Freqüentadores assíduos em outros tempos do lixão da Guanabara, esses animais decidiram se civilizar e agora já circulam numa boa pelas praças e ruas da cidade. É comum vê-los ali nas proximidades da Câmara de Vereadores, no mercado público e na praça Dias Carneiro, bem no centro da cidade. É o fim!
Escrito por Badeco às 20h18
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|